11 Essenciais na Amamentação

A amamentação nem sempre é tão natural e simples como se diz ser. Como explorei no meu último post, às vezes traz desafios inesperados. Estar preparada e saber que tipos de apoio, produtos e serviços existem vai ajudá-la a navegar melhor a sua caminhada no mundo da amamentação. Está aqui a minha lista de 11 essenciais na amamentação: 1. Almofada de Amamentação – nós usámos a Boppy Pillow e gostámos muito dela! Algumas pessoas tendem a não investir numa almofada pensando que é um produto ao qual vão dar pouco uso. Mas deixe-me que lhe diga, não é! Para além das horas a fio que passámos a usá-la para amamentar, também a usámos como um apoio à medida que ela foi crescendo. Ou para estar deitada de barriga para baixo, ou para apoiá-la quando se começou a sentar ou simplesmente para brincar… a minha filha, hoje com 20 meses, ainda de vez em quando usa a sua Boppy para se sentar ou apoiar. No que respeita à amamentação propriamente dita, achei que foi algo extremamente útil para nos primeiros meses em que o bebé está demora bastante tempo cada vez que está ao peito. Segurar o seu filho na mesma posição por 30 minutos a 1 hora pode tornar-se cansativo.   2. Creme de Mamilos – toda a gente sabe que é inevitável ter mamilos doridos e gretados no início da amamentação. Cremes de Lanolina podem ser definitivamente uma grande ajuda. Contudo, às vezes, há desconfortos que vão para além do normal e é bom que saiba que existem outras alternativas. Pergunte ao seu médico ou parteira sobre a pomada medicamentosa APNO e se é algo indicado no seu caso. No meu...

Amamentação: o bom, o mau e o feio

Quando descobri que estava grávida soube imediatamente que queria amamentar o meu bebé. Sou produto da década de 80, quando era dito às mãe que o biberão era muito mais higiénico e seguro para os bebés, quando a lei da família (Family Medical Act Leave) nos EUA ainda não se avistava (quer dizer, a licença de maternidade neste país ainda está longe de ser uma realidade, mas isso é um assunto para outro post), e tirar leite com uma bomba ainda não era algo que se fizesse. Portanto, a minha mãe escolheu dar-nos biberão, sabendo ela que iria voltar ao trabalho seis semanas depois do meu nascimento. Penso que tanto eu como o meu irmão acabámos por nos tornar nuns adultos saudáveis, independentemente de termos sido amamentados ou não. No entanto, isso era algo que eu queria fazer. Tendo trabalhado no campo pediátrico, eu sabia de antemão que não devia  ter ilusões quanto à amamentação. “Tens que tentar por pelo menos duas semanas”, toda a gente me dizia. “Amamentar é difícil, mas assim que passares aquela barreira, até com uma mão consegues”, diziam outros. No entanto, de forma muito semelhante ao meu plano para o parto (leia aqui), eu sabia que o melhor a fazer era esperar o pior. E ainda assim, mais uma vez, conseguiu ser ainda mais difícil do que eu imaginava! Depois de um plano de parto “falhado”, estava ainda mais determinada a fazer com que a amamentação funcionasse. Afinal de contas, tinha que fazer alguma coisa bem para dar à minha filha um começo saudável, não é? Estes foram apenas alguns dos pensamentos recheados de culpa de mãe que assombravam o meu cérebro que já por si estava numa loucura hormonal. Apesar da cesariana inesperada, a minha experiência de pós-parto no...
infant parent mental health

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